
A hiperplasia prostática benigna, também conhecida pela sigla HPB, é o aumento não canceroso da próstata. A condição se torna mais frequente com o avanço da idade e pode dificultar a passagem da urina.
Jato urinário fraco, demora para começar a urinar, necessidade de fazer força e vontade de ir várias vezes ao banheiro estão entre as principais queixas.
Embora seja uma alteração benigna, os sintomas não devem ser ignorados. Outras doenças da bexiga, da próstata ou das vias urinárias podem causar manifestações semelhantes.
A avaliação com urologista permite identificar a origem do problema e definir se o paciente precisa apenas de acompanhamento, tratamento clínico ou algum procedimento cirúrgico.
A Dra. Laís Lopes realiza a avaliação e o acompanhamento de homens com sintomas urinários e alterações da próstata em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
O que é hiperplasia prostática benigna?
A hiperplasia prostática benigna é o crescimento não canceroso da próstata, uma glândula localizada abaixo da bexiga e ao redor da uretra.
A uretra é o canal responsável por conduzir a urina da bexiga para fora do corpo. Quando a próstata aumenta, pode comprimir esse canal e dificultar a passagem da urina.
A bexiga passa a fazer mais força para conseguir vencer essa resistência. Com o tempo, isso pode provocar alterações no armazenamento e no esvaziamento da urina.
A intensidade do problema não depende apenas do tamanho da próstata. Alguns homens apresentam uma próstata bastante aumentada e poucos sintomas, enquanto outros têm um crescimento menor, mas sentem grande dificuldade para urinar.
Por isso, o diagnóstico e o tratamento não devem ser definidos somente pelo tamanho observado no ultrassom.
Hiperplasia prostática benigna é câncer?
Não. A hiperplasia prostática benigna é uma condição não cancerosa.
Ter a próstata aumentada não significa que o homem esteja com câncer de próstata. No entanto, as duas condições podem existir no mesmo paciente e alguns sintomas urinários podem ser semelhantes.
Por esse motivo, a presença de uma próstata aumentada não elimina a necessidade de avaliar a saúde prostática de maneira completa.
Durante a consulta, a urologista considera os sintomas, a idade, o histórico familiar, os exames anteriores e os fatores individuais de risco.
Quando indicado, podem ser solicitados exames para investigar tanto a hiperplasia prostática benigna quanto outras alterações da próstata e das vias urinárias.

Quais são os sintomas da hiperplasia prostática benigna?
Os sintomas podem começar de forma leve e aumentar gradualmente. Muitos homens adaptam sua rotina sem perceber o quanto a dificuldade urinária já está afetando o sono e a qualidade de vida.
Os principais sintomas da hiperplasia prostática benigna são:
- Jato urinário fraco;
- Jato que para e recomeça;
- Demora para começar a urinar;
- Necessidade de fazer força;
- Gotejamento após terminar;
- Sensação de que a bexiga não esvaziou;
- Vontade de urinar novamente pouco tempo depois;
- Urgência para ir ao banheiro;
- Aumento da frequência urinária;
- Necessidade de levantar várias vezes durante a noite;
- Escape de urina antes de chegar ao banheiro;
- Dificuldade para controlar a vontade de urinar.
Essas manifestações são chamadas de sintomas do trato urinário inferior. Elas podem envolver tanto a dificuldade para eliminar a urina quanto mudanças no funcionamento da bexiga.
Levantar várias vezes à noite para urinar sempre é problema de próstata?
Não. A necessidade de acordar durante a noite para urinar, chamada de noctúria, pode estar relacionada à hiperplasia prostática benigna, mas também possui outras causas.
O sintoma pode ocorrer devido a:
- Produção excessiva de urina durante a noite;
- Consumo elevado de líquidos antes de dormir;
- Alterações do sono;
- Apneia do sono;
- Diabetes;
- Doenças cardíacas;
- Uso de determinados medicamentos;
- Alterações da bexiga;
- Problemas renais;
- Obstrução causada pela próstata.
Por isso, tratar a noctúria apenas como um problema prostático pode não resolver a queixa.
A avaliação deve considerar os horários, a quantidade de urina, os hábitos do paciente, os medicamentos utilizados e a presença de outras doenças.
A próstata aumentada sempre causa sintomas?
Não. O crescimento da próstata e a intensidade dos sintomas nem sempre caminham juntos.
Um homem pode apresentar uma próstata aumentada em um exame de imagem e não ter dificuldade relevante para urinar. Nesse caso, pode ser indicado apenas o acompanhamento.
Por outro lado, uma próstata com aumento menos expressivo pode comprimir a uretra de uma forma que prejudique significativamente o fluxo urinário.
A decisão sobre o tratamento considera principalmente:
- Intensidade dos sintomas;
- Impacto na rotina e no sono;
- Grau de dificuldade para esvaziar a bexiga;
- Quantidade de urina que permanece após urinar;
- Presença de infecções ou cálculos;
- Função dos rins;
- Resultado dos exames;
- Preferências e condições de saúde do paciente.
O foco não é tratar apenas um número no exame, mas entender como a condição está afetando a vida e o funcionamento do sistema urinário.

Quais fatores aumentam a possibilidade de hiperplasia prostática benigna?
O avanço da idade é o principal fator relacionado ao crescimento benigno da próstata.
Alterações hormonais que acontecem ao longo da vida parecem participar desse processo, embora não exista uma única causa responsável pela condição.
A possibilidade de apresentar hiperplasia prostática benigna também pode ser maior em homens com histórico familiar de problemas prostáticos e determinadas condições metabólicas ou cardiovasculares.
A HPB raramente provoca sintomas em homens jovens. Entretanto, dificuldade para urinar em qualquer idade precisa ser investigada, pois pode estar relacionada a outras alterações.
Quando procurar um urologista?
O homem deve procurar um urologista quando perceber mudanças no padrão urinário, mesmo que ainda consiga realizar suas atividades normalmente.
É recomendável marcar uma consulta ao apresentar:
- Enfraquecimento do jato urinário;
- Necessidade de fazer força;
- Demora para começar a urinar;
- Sensação de esvaziamento incompleto;
- Urgência urinária;
- Aumento da frequência;
- Noites interrompidas para ir ao banheiro;
- Perda involuntária de urina;
- Ardência ao urinar;
- Sangue na urina;
- Infecções urinárias recorrentes;
- Episódios de retenção urinária;
- Alterações da próstata identificadas em exames.
A avaliação precoce permite acompanhar a evolução dos sintomas e reduzir o risco de complicações.
Quando a dificuldade para urinar é uma urgência?
A incapacidade completa de urinar é chamada de retenção urinária aguda e precisa de atendimento médico imediato.
O paciente também deve procurar assistência rapidamente quando apresentar:
- Impossibilidade de urinar;
- Dor intensa na parte inferior do abdômen;
- Febre e calafrios associados a sintomas urinários;
- Sangue visível na urina;
- Dor forte nas vias urinárias;
- Mal-estar importante.
Esses sinais podem indicar retenção, infecção ou outra complicação que precisa ser avaliada sem demora.
Como é feito o diagnóstico da hiperplasia prostática benigna?
O diagnóstico começa com uma conversa detalhada sobre os sintomas e o histórico de saúde.
A urologista pode perguntar:
- Quando os sintomas começaram;
- Quantas vezes o paciente urina;
- Quantas vezes acorda durante a noite;
- Se existe urgência ou perda de urina;
- Se o jato está mais fraco;
- Se há sensação de esvaziamento incompleto;
- Quais medicamentos são utilizados;
- Se já ocorreram infecções ou retenção urinária;
- Se existem casos de doenças da próstata na família.
Também pode ser utilizado um questionário para medir a intensidade dos sintomas e o impacto que eles provocam na qualidade de vida.

O toque retal é necessário?
O toque retal pode fazer parte da avaliação da próstata.
O exame permite analisar características como tamanho aproximado, consistência, formato e presença de alterações que mereçam investigação complementar.
Ele é rápido e deve ser indicado de acordo com o contexto clínico de cada paciente.
O toque não fornece sozinho o diagnóstico da hiperplasia prostática benigna ou do câncer de próstata. A avaliação é feita pelo conjunto de informações obtidas na consulta e nos exames.
Quais exames podem ser solicitados?
Os exames variam de acordo com os sintomas, a idade e o histórico de cada homem.
Entre os exames que podem fazer parte da investigação estão:
Exame de urina
Ajuda a identificar infecção urinária, presença de sangue, glicose e outras alterações que podem causar ou agravar os sintomas.
PSA
O PSA é um exame de sangue utilizado na avaliação da próstata.
Seu resultado deve ser interpretado individualmente, porque diferentes situações podem provocar alterações. A necessidade de realizar o exame deve ser conversada com o paciente.

Ultrassom das vias urinárias e da próstata
Pode ajudar a avaliar o tamanho da próstata, a bexiga, os rins e a quantidade de urina que permanece após a micção.
Urofluxometria
É um exame que avalia o fluxo da urina. Ele pode mostrar se o jato está reduzido ou se o esvaziamento demora mais do que o esperado.
Medida do resíduo pós-miccional
Verifica a quantidade de urina que permanece dentro da bexiga depois que o paciente urina.
Função renal
Exames de sangue podem ser solicitados para analisar o funcionamento dos rins, especialmente quando existe retenção urinária ou suspeita de obstrução mais importante.
Outros exames, como estudo urodinâmico ou avaliação interna da uretra e da bexiga, ficam reservados para situações específicas. Nem todos os pacientes precisam realizar todos esses testes.
Como é feito o tratamento da hiperplasia prostática benigna?
O tratamento é definido de acordo com a intensidade dos sintomas, o impacto na qualidade de vida, os resultados dos exames e o risco de complicações.
As principais possibilidades são:
- Acompanhamento periódico;
- Mudanças de hábitos;
- Tratamento com medicamentos;
- Procedimentos minimamente invasivos;
- Cirurgias para desobstruir o canal urinário.
Um paciente com sintomas leves pode precisar apenas de observação. Já homens com dificuldade importante, retenção ou complicações podem necessitar de tratamento cirúrgico.
Quando apenas o acompanhamento pode ser indicado?
O acompanhamento pode ser uma opção quando os sintomas são leves, não comprometem a qualidade de vida e não existem sinais de complicação.
Nesse caso, o paciente realiza consultas periódicas para acompanhar:
- Evolução dos sintomas;
- Funcionamento da bexiga;
- Fluxo urinário;
- Esvaziamento da urina;
- Saúde da próstata;
- Possíveis alterações nos exames.
Não fazer uma cirurgia ou não iniciar medicamentos imediatamente não significa abandonar o problema.
O acompanhamento ativo permite identificar mudanças e iniciar o tratamento caso os sintomas avancem.
Quais mudanças de hábitos podem ajudar?
Algumas medidas podem reduzir o desconforto urinário, embora não façam a próstata voltar ao tamanho normal.
Entre as orientações que podem ajudar estão:
- Evitar grande quantidade de líquidos antes de dormir;
- Reduzir bebidas que irritam a bexiga;
- Moderar o consumo de álcool e cafeína;
- Evitar segurar a urina por períodos prolongados;
- Urinar com calma, sem tentar apressar o esvaziamento;
- Manter atividade física regular;
- Controlar diabetes, pressão e outras condições de saúde;
- Informar à médica todos os medicamentos e suplementos utilizados.
Alguns medicamentos usados para outras condições podem aumentar a dificuldade urinária. Por isso, nenhum tratamento deve ser interrompido por conta própria.
As mudanças precisam ser adaptadas à rotina e às condições clínicas de cada paciente.

Como funciona o tratamento com medicamentos?
Os medicamentos podem agir de diferentes maneiras.
Alguns ajudam a relaxar a musculatura da próstata e da saída da bexiga, facilitando a passagem da urina. Outros atuam na redução progressiva do volume prostático.
Também existem tratamentos direcionados a sintomas específicos da bexiga, como urgência e aumento da frequência urinária.
A escolha depende de fatores como:
- Tipo e intensidade dos sintomas;
- Tamanho da próstata;
- Risco de progressão;
- Pressão arterial;
- Saúde cardiovascular;
- Função sexual;
- Outros medicamentos em uso;
- Possíveis efeitos adversos;
- Preferências do paciente.
A resposta deve ser acompanhada ao longo do tempo. Caso os sintomas não melhorem ou ocorram efeitos indesejados, o plano pode precisar de ajustes.
Quando a cirurgia para próstata aumentada é indicada?
A cirurgia pode ser considerada quando os sintomas são intensos, o tratamento clínico não proporciona melhora suficiente ou surgem complicações.
Entre as situações que podem indicar tratamento cirúrgico estão:
- Retenção urinária recorrente;
- Necessidade persistente de sonda;
- Infecções urinárias repetidas relacionadas à obstrução;
- Cálculos dentro da bexiga;
- Sangramento urinário recorrente relacionado à próstata;
- Dificuldade importante para esvaziar a bexiga;
- Alterações nas vias urinárias superiores;
- Comprometimento da função renal associado à obstrução;
- Sintomas que continuam prejudicando a qualidade de vida apesar do tratamento.
A indicação deve ser individualizada. Nem todo homem com a próstata aumentada precisa ser operado.
Quais cirurgias podem tratar a hiperplasia prostática benigna?
Existem diferentes procedimentos para desobstruir o canal urinário.
As técnicas podem remover, vaporizar, deslocar ou reduzir o tecido da próstata que está comprimindo a uretra.
Entre as possibilidades utilizadas na urologia estão:
- Ressecção endoscópica do tecido prostático;
- Enucleação da próstata com energia a laser;
- Vaporização do tecido prostático;
- Incisão da próstata em situações selecionadas;
- Terapias térmicas minimamente invasivas;
- Técnicas que ampliam o canal urinário;
- Cirurgia por via aberta, laparoscópica ou robótica em próstatas muito volumosas e casos selecionados.
A maior parte dos procedimentos endoscópicos é realizada pelo canal da urina, sem corte externo na pele.
A escolha da técnica depende do tamanho e do formato da próstata, da intensidade da obstrução, das condições clínicas, do uso de anticoagulantes, da disponibilidade do método e das prioridades do paciente.
Qual é a melhor cirurgia para próstata aumentada?
Não existe uma única cirurgia que seja a melhor para todos os pacientes.
Uma técnica pode ser adequada para uma próstata menor, enquanto outra oferece melhores resultados para próstatas muito volumosas.
Também é necessário considerar:
- Idade;
- Doenças associadas;
- Risco anestésico;
- Uso de anticoagulantes;
- Intensidade dos sintomas;
- Presença de retenção;
- Saúde da bexiga;
- Expectativas sobre recuperação;
- Possíveis impactos na ejaculação;
- Experiência da equipe com cada técnica.
A decisão deve ser tomada depois que o paciente compreender os benefícios, limitações, tempo de recuperação e possíveis efeitos de cada alternativa.
A cirurgia de próstata causa impotência?
As cirurgias para hiperplasia prostática benigna são realizadas para melhorar a passagem da urina e não têm como objetivo tratar ou retirar um câncer.
O impacto sobre a função sexual varia conforme o procedimento e as condições anteriores do paciente.
Algumas técnicas podem alterar a ejaculação, fazendo com que o sêmen siga em direção à bexiga em vez de sair pelo pênis. Essa alteração não é o mesmo que perda da ereção.
Dificuldades de ereção podem ocorrer, mas o risco varia entre as técnicas. Antes da cirurgia, o paciente deve conversar com a urologista sobre vida sexual, desejo de ter filhos e possíveis efeitos do procedimento.

O tratamento melhora o jato urinário?
Quando os sintomas são provocados pela obstrução prostática, o tratamento pode melhorar o fluxo da urina, reduzir o esforço e facilitar o esvaziamento da bexiga.
A melhora pode envolver:
- Jato urinário mais forte;
- Menor demora para começar;
- Redução do esforço;
- Menos interrupções;
- Menor quantidade de urina retida;
- Redução da frequência e da urgência;
- Sono menos interrompido.
Entretanto, alguns sintomas podem estar relacionados ao funcionamento da bexiga e não desaparecer completamente após a desobstrução.
Quanto mais tempo a bexiga trabalha contra uma resistência, maior pode ser o risco de desenvolver alterações em sua musculatura.
Por isso, é importante avaliar tanto a próstata quanto a função da bexiga antes de definir as expectativas do tratamento.
O que pode acontecer se a próstata aumentada não for tratada?
Nem todo caso sem tratamento imediato evolui para uma complicação. Homens com sintomas leves podem permanecer estáveis durante bastante tempo, desde que façam acompanhamento.
Quando existe obstrução relevante, porém, podem ocorrer:
- Retenção urinária;
- Infecções urinárias recorrentes;
- Sangue na urina;
- Formação de cálculos na bexiga;
- Aumento da quantidade de urina residual;
- Enfraquecimento da musculatura da bexiga;
- Dilatação das vias urinárias;
- Comprometimento dos rins em casos avançados.
O acompanhamento permite identificar sinais de progressão antes que o problema provoque consequências mais importantes.
É possível prevenir a hiperplasia prostática benigna?
Não existe uma forma garantida de impedir o crescimento benigno da próstata.
Manter uma rotina de atividade física e controlar condições como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares são cuidados importantes para a saúde geral e podem ajudar no controle dos sintomas.
A principal medida é não ignorar alterações urinárias.
Identificar o problema em uma fase inicial permite acompanhar sua evolução e escolher o tratamento adequado antes que a dificuldade para urinar cause complicações.

Como é a consulta com a Dra. Laís Lopes?
A consulta começa com uma conversa detalhada sobre os sintomas, o sono, os hábitos urinários e o impacto do problema na rotina.
A Dra. Laís Lopes avalia exames anteriores, medicamentos em uso, histórico familiar, condições de saúde e possíveis fatores que estejam contribuindo para a dificuldade urinária.
O exame físico e os testes complementares são indicados conforme a necessidade. Após a investigação, o paciente recebe explicações claras sobre o diagnóstico e as opções disponíveis.
O objetivo é construir um tratamento individualizado, baseado em evidências e alinhado às necessidades de cada homem.

Experiência em Urologia, Cirurgia Geral e atendimento de emergência
A Dra. Laís Lopes possui formação em Cirurgia Geral e Urologia.
É médica formada pela Universidade Estácio de Sá, realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, e formação em Urologia no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Também possui experiência em trauma, pronto atendimento e cirurgia, além de ter atuado como médica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
Essa trajetória contribui para uma avaliação ampla de situações urológicas agudas e crônicas, desde sintomas urinários leves até quadros que exigem intervenção rápida.

Tratamento para hiperplasia prostática benigna em Nova Iguaçu
A Dra. Laís Lopes realiza consultas para homens com sintomas urinários e alterações da próstata no Centro de Nova Iguaçu.
Endereço:
Rua Getúlio Vargas, 87, sala 811
Centro – Nova Iguaçu – RJ
CEP 26255-060
Na consulta, são avaliadas queixas como jato fraco, urgência urinária, dificuldade para começar a urinar, esvaziamento incompleto e necessidade de levantar várias vezes durante a noite.
Tratamento para próstata aumentada na Barra da Tijuca
Também são realizados atendimentos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Endereço:
Avenida Olegário Maciel, 460, sala 202
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
CEP 22621-200
A avaliação ajuda a diferenciar a hiperplasia prostática benigna de outras alterações urinárias e a escolher entre acompanhamento, tratamento clínico ou procedimentos cirúrgicos.
Agende uma avaliação da próstata
Jato urinário fraco, noites interrompidas e dificuldade para esvaziar a bexiga não precisam ser tratados como consequências inevitáveis da idade.
A hiperplasia prostática benigna possui diferentes formas de acompanhamento e tratamento. A escolha depende dos sintomas, dos exames e das necessidades de cada homem.
A Dra. Laís Lopes atende pacientes em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, com uma abordagem acolhedora, clara e individualizada.
Perguntas frequentes sobre hiperplasia prostática benigna
O que significa hiperplasia prostática benigna?
É o crescimento não canceroso da próstata. Quando o aumento comprime a uretra, pode provocar jato urinário fraco, dificuldade para urinar, urgência e aumento da frequência urinária.
HPB é a mesma coisa que câncer de próstata?
Não. A hiperplasia prostática benigna não é câncer. Entretanto, as duas condições podem existir no mesmo paciente, por isso a saúde da próstata deve ser avaliada de forma completa.
Próstata aumentada sempre precisa de tratamento?
Nem sempre. Homens sem sintomas ou com queixas leves podem precisar apenas de acompanhamento. O tratamento é indicado quando os sintomas incomodam, prejudicam a qualidade de vida ou provocam complicações.
Qual é o primeiro sinal da próstata aumentada?
O enfraquecimento do jato urinário é uma queixa frequente. Também podem ocorrer demora para começar a urinar, gotejamento, urgência, aumento da frequência e sensação de esvaziamento incompleto.
A próstata aumentada pode causar retenção urinária?
Sim. Em alguns casos, a obstrução impede o esvaziamento adequado da bexiga e pode evoluir para retenção urinária. A incapacidade completa de urinar exige atendimento imediato.
Hiperplasia prostática benigna tem cura?
Existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e procedimentos que retiram ou reduzem o tecido responsável pela obstrução. O resultado e a possibilidade de recorrência dependem do método e das características de cada paciente.
Todo homem com HPB precisa tomar medicamento?
Não. A decisão depende da intensidade dos sintomas, dos exames e do impacto na qualidade de vida. Alguns pacientes ficam apenas em acompanhamento, enquanto outros precisam de medicamentos ou cirurgia.
Qual médico trata hiperplasia prostática benigna?
O urologista é o médico responsável por investigar e tratar a hiperplasia prostática benigna e outras condições que afetam a próstata, a bexiga e o sistema urinário masculino.
Qual exame mostra o tamanho da próstata?
O ultrassom pode estimar o volume da próstata. No entanto, o tamanho isolado não determina a gravidade do caso ou a necessidade de tratamento.
Quem tem próstata aumentada precisa fazer cirurgia?
Não necessariamente. A cirurgia costuma ser considerada quando os sintomas são intensos, os medicamentos não proporcionam melhora ou surgem complicações, como retenção, infecções recorrentes e cálculos na bexiga.
A Dra. Laís Lopes atende homens com próstata aumentada?
Sim. A Dra. Laís Lopes realiza avaliação e acompanhamento de homens com hiperplasia prostática benigna e sintomas urinários em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
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