
A partir dos 40 anos, especialmente com a aproximação dos 45, diferentes mudanças podem surgir na saúde urinária de mulheres e homens.
Enquanto a mulher se aproxima do climatério e da menopausa, podendo apresentar perda de urina, urgência, infecções recorrentes e desconfortos íntimos, o homem entra em uma fase na qual as mudanças no funcionamento urinário e o acompanhamento da próstata merecem mais atenção.
Essas transformações não acontecem da mesma maneira para todas as pessoas. Também não existe um único pacote de exames ou tratamentos indicado para todos os casais.
Cada pessoa precisa de uma consulta individual, considerando seus sintomas, histórico familiar, exames anteriores, hábitos e condições de saúde.
No entanto, organizar esse cuidado em conjunto pode facilitar a rotina, aumentar o incentivo entre os parceiros e permitir que mulher e homem atravessem essa etapa com mais informação e qualidade de vida.
Pensando nisso, a Dra. Laís Lopes oferece o Cuidado Urológico do Casal 45+, com a possibilidade de organizar as duas consultas no mesmo dia, preservando a privacidade e as necessidades individuais de cada paciente.
Por que a saúde urológica merece atenção após os 40 anos?
Muitas alterações urinárias começam de forma discreta.
A mulher pode perceber pequenos escapes ao tossir ou se exercitar. O homem pode notar que o jato está mais fraco ou que passou a levantar mais vezes durante a noite.
Como os sintomas aparecem gradualmente, é comum que sejam tratados como consequências inevitáveis do envelhecimento.
Entretanto, acordar repetidamente para urinar, perder urina, sentir dor durante as relações ou fazer força para esvaziar a bexiga não deve ser considerado normal apenas por causa da idade.
A urologia cuida dos rins, ureteres, bexiga e uretra de mulheres e homens. No homem, também acompanha estruturas do sistema reprodutor, como próstata, pênis e testículos.
A avaliação permite identificar a causa dos sintomas, verificar se existe risco de complicações e definir um plano de cuidado individualizado.
O que é o Cuidado Urológico do Casal 45+?
O Cuidado Urológico do Casal 45+ é uma proposta de acompanhamento voltada para mulheres e homens que desejam organizar os cuidados com a saúde urinária na mesma fase da vida.
As consultas são individuais, mas podem ser agendadas no mesmo dia, de acordo com a disponibilidade.
Na prática, isso permite que o casal:
- Organize os horários com mais facilidade;
- Reduza o número de deslocamentos;
- Incentive um ao outro a manter o acompanhamento;
- Reconheça mudanças que podem estar sendo ignoradas;
- Compreenda melhor as necessidades de cada parceiro;
- Construa uma rotina de prevenção e cuidado contínuo.
O atendimento não significa que mulher e homem realizarão os mesmos exames ou receberão as mesmas orientações.
Cada consulta preserva a privacidade, o sigilo médico e as decisões individuais de cada paciente.

Por que cuidar da saúde juntos pode fazer diferença?
É comum que uma pessoa do casal tenha mais facilidade para procurar atendimento, enquanto a outra adie consultas mesmo quando já apresenta sintomas.
Quando o acompanhamento é organizado em conjunto, um parceiro pode incentivar o outro a não negligenciar sinais importantes.
Esse apoio também ajuda a manter mudanças de hábitos, realizar exames solicitados e retornar para acompanhar os resultados.
Com frequência, o casal agenda as consultas no mesmo dia, tornando o cuidado mais prático e fortalecendo um compromisso conjunto com a saúde.
Cuidar da saúde juntos não significa perder a individualidade. Significa oferecer apoio para que cada pessoa receba o cuidado de que precisa.
O casal realiza a consulta junto?
As consultas são realizadas individualmente.
Mesmo quando os horários são agendados no mesmo dia, cada paciente conversa separadamente com a médica sobre seus sintomas, sua saúde íntima, seus exames e suas preocupações.
Essa separação é importante para preservar:
- Privacidade;
- Sigilo médico;
- Liberdade para falar sobre assuntos íntimos;
- Autonomia nas decisões;
- Individualização dos exames e tratamentos.
Caso exista uma questão que o casal queira discutir em conjunto, isso pode ser feito com a concordância dos dois pacientes e respeitando os limites de cada consulta.
Quais mudanças urinárias podem acontecer na mulher após os 40 anos?
A partir dessa fase, algumas mulheres começam a perceber mudanças relacionadas ao climatério, período de transição que antecede e acompanha a menopausa.
A redução hormonal pode afetar não apenas a vagina, mas também a uretra e a bexiga.
Entre os sintomas que podem surgir estão:
- Vontade urgente de urinar;
- Aumento da frequência urinária;
- Necessidade de levantar à noite;
- Perda involuntária de urina;
- Ardência ao urinar;
- Infecções urinárias de repetição;
- Ressecamento vaginal;
- Dor durante as relações;
- Irritação ou sensibilidade íntima;
- Sensação de pressão na região pélvica.
A síndrome geniturinária da menopausa reúne alterações vaginais, vulvares e urinárias que podem afetar o conforto íntimo, a sexualidade e a qualidade de vida.
Esses sintomas podem ser tratados. A mulher não precisa aceitar perda de urina, dor ou infecções recorrentes como uma parte obrigatória do envelhecimento.
O que é síndrome geniturinária da menopausa?
A síndrome geniturinária da menopausa é o conjunto de mudanças que podem atingir a vulva, a vagina, a uretra e a bexiga após a redução dos hormônios femininos.
Ela pode provocar:
- Ressecamento;
- Ardência;
- Coceira ou irritação;
- Dor durante a relação sexual;
- Sangramento ou fissuras após a relação;
- Urgência para urinar;
- Aumento da frequência urinária;
- Ardência ao urinar;
- Infecções urinárias recorrentes.
Muitas pacientes acreditam que essas queixas são exclusivamente ginecológicas. Entretanto, quando existem sintomas urinários, a avaliação da bexiga, da uretra e das vias urinárias também pode ser necessária.
O acompanhamento urológico não substitui a consulta ginecológica. As duas especialidades podem atuar de forma complementar, conforme as necessidades da mulher.

A menopausa pode aumentar o risco de infecção urinária?
As mudanças hormonais do climatério e da menopausa podem alterar os tecidos da vagina e da uretra, além de modificar mecanismos naturais de proteção da região íntima.
Isso pode aumentar a predisposição a infecções urinárias em algumas mulheres.
A relação é especialmente importante quando a paciente apresenta:
- Duas ou mais infecções em seis meses;
- Três ou mais infecções em um ano;
- Ardência frequente;
- Infecções após as relações;
- Ressecamento vaginal;
- Culturas de urina repetidamente positivas;
- Sintomas urinários que retornam logo após o tratamento.
A avaliação permite diferenciar uma infecção bacteriana verdadeira de outras condições que podem provocar ardência e urgência, como ressecamento, irritação, alterações vaginais e problemas da bexiga.
O tratamento depende da causa e pode envolver cuidados com hábitos, saúde íntima, esvaziamento da bexiga e estratégias específicas de prevenção.
Perder urina após os 40 anos é normal?
A perda involuntária de urina é comum, mas não deve ser considerada normal ou inevitável.
A incontinência pode acontecer durante:
- Tosse;
- Espirro;
- Risada;
- Corrida;
- Exercícios;
- Levantamento de peso;
- Mudança de posição;
- Uma vontade súbita e difícil de controlar.
A perda associada ao esforço e a perda provocada pela urgência podem ter causas e tratamentos diferentes.
A avaliação considera quando os escapes acontecem, a quantidade de urina perdida, o funcionamento da bexiga, o assoalho pélvico e o impacto na rotina.
O tratamento pode incluir mudanças de hábitos, fisioterapia do assoalho pélvico, tratamentos clínicos e, em situações selecionadas, procedimentos ou cirurgias.
O que é bexiga hiperativa?
A bexiga hiperativa é caracterizada principalmente por uma vontade súbita e difícil de adiar.
A urgência pode estar acompanhada de:
- Aumento da frequência urinária;
- Necessidade de levantar durante a noite;
- Perda de urina antes de chegar ao banheiro;
- Medo de sair de casa;
- Necessidade de localizar banheiros em todos os lugares;
- Interrupções frequentes do trabalho e do sono.
Esses sintomas também podem ser provocados por infecções, cálculos, alterações hormonais, consumo de determinadas bebidas e outras condições.
Por isso, a avaliação não deve se limitar à prescrição de um tratamento para a bexiga. Primeiro, é necessário investigar a origem da queixa.

Quais cuidados urológicos são importantes para o homem após os 40 anos?
Após os 40 anos, alguns homens começam a perceber alterações no padrão urinário.
Os principais sinais incluem:
- Jato urinário mais fraco;
- Jato que para e recomeça;
- Demora para começar a urinar;
- Necessidade de fazer força;
- Gotejamento após terminar;
- Vontade frequente de ir ao banheiro;
- Urgência urinária;
- Necessidade de levantar à noite;
- Sensação de que a bexiga não esvaziou;
- Dificuldade para controlar a urina.
Esses sintomas podem estar relacionados à próstata, à bexiga, à uretra, ao uso de medicamentos ou a outras condições de saúde.
As diretrizes urológicas para sintomas urinários masculinos orientam que a avaliação considere o conjunto das queixas, o impacto na qualidade de vida, o exame físico e os testes indicados para cada paciente, em vez de atribuir automaticamente todo sintoma à próstata.
Todo homem precisa fazer os mesmos exames aos 40 anos?
Não. Completar 40 ou 45 anos não significa que todos os homens precisam realizar exatamente os mesmos exames.
A avaliação deve considerar:
- Presença de sintomas;
- Histórico familiar;
- Idade;
- Exames anteriores;
- Condições gerais de saúde;
- Alterações urinárias;
- Medicamentos utilizados;
- Preferências do paciente;
- Benefícios e limitações de cada exame.
Alguns homens precisam de uma investigação mais precoce ou detalhada. Outros podem receber apenas orientações e acompanhamento.
O mais importante é não transformar a prevenção em um pacote automático, sem analisar as características individuais.
O que é hiperplasia prostática benigna?
A hiperplasia prostática benigna é o crescimento não canceroso da próstata.
Como a próstata fica próxima à saída da bexiga e envolve parte da uretra, seu crescimento pode dificultar a passagem da urina.
Os sintomas mais frequentes são:
- Jato fraco;
- Demora para começar;
- Esforço para urinar;
- Urgência;
- Aumento da frequência;
- Noites interrompidas;
- Gotejamento;
- Esvaziamento incompleto.
Próstata aumentada não significa câncer. Entretanto, diferentes doenças podem existir ao mesmo tempo e provocar sintomas parecidos.
A intensidade dos sintomas também não depende apenas do tamanho encontrado no ultrassom. Uma próstata menos volumosa pode causar obstrução importante, enquanto outra maior pode provocar poucas queixas.
Quando existe obstrução relevante e o problema não é acompanhado, podem ocorrer retenção urinária, infecções e comprometimento das vias urinárias.
Como é feito o acompanhamento da próstata?
O acompanhamento começa com uma conversa sobre os sintomas, o histórico familiar e as condições de saúde.
Dependendo do caso, a avaliação pode incluir:
- Exame físico;
- Avaliação da próstata;
- Exames de sangue;
- Exame de urina;
- Ultrassom;
- Medida da urina que permanece na bexiga;
- Avaliação do fluxo urinário;
- Outros exames selecionados.
O objetivo não é apenas procurar câncer.
A consulta também investiga o funcionamento urinário, o aumento benigno da próstata, infecções, retenção de urina e alterações da bexiga.
Quando há indicação de rastreamento do câncer de próstata, a decisão deve considerar os fatores individuais e ser discutida de maneira clara com o paciente.
Próstata aumentada sempre precisa de cirurgia?
Não.
Homens com sintomas leves e sem complicações podem permanecer em acompanhamento ou receber orientações sobre hábitos.
Quando necessário, existem tratamentos clínicos que podem melhorar o fluxo urinário, reduzir sintomas ou atuar no crescimento prostático.
A cirurgia pode ser considerada quando:
- Os sintomas são intensos;
- O tratamento clínico não foi suficiente;
- Existe retenção urinária;
- A bexiga não esvazia adequadamente;
- Ocorrem infecções recorrentes;
- Formam-se cálculos na bexiga;
- Há sangramento relacionado à próstata;
- A obstrução ameaça o funcionamento dos rins.
Existem diferentes procedimentos para desobstruir o canal da urina. A escolha depende do tamanho e do formato da próstata, da saúde do paciente, da intensidade dos sintomas e das características de cada técnica.
Quais problemas urológicos podem afetar mulheres e homens?
Embora algumas doenças sejam mais frequentes em um dos sexos, mulheres e homens podem apresentar problemas nos rins, na bexiga, nos ureteres e na uretra.
Entre as principais condições estão:
- Cálculos renais;
- Infecções urinárias;
- Sangue na urina;
- Urgência urinária;
- Aumento da frequência;
- Dificuldade para esvaziar a bexiga;
- Dor ou ardência ao urinar;
- Alterações no funcionamento dos rins;
- Obstruções das vias urinárias;
- Incontinência urinária;
- Necessidade de acompanhamento após uma cirurgia.
A investigação depende dos sintomas e não deve ser baseada apenas na idade.
Cálculo renal pode surgir depois dos 40 anos?
O cálculo renal pode ocorrer em diferentes fases da vida e afetar mulheres e homens.
As pedras podem permanecer nos rins sem causar sintomas ou se deslocar para o canal urinário, provocando uma cólica intensa.
Os sinais podem incluir:
- Dor forte na região lombar;
- Dor que se desloca para o abdômen ou a virilha;
- Náuseas e vômitos;
- Sangue na urina;
- Ardência;
- Aumento da vontade de urinar;
- Infecção urinária associada.
O tratamento depende do tamanho, da localização e da presença de obstrução ou infecção.
Alguns cálculos podem ser acompanhados ou eliminados espontaneamente. Outros precisam de procedimentos cirúrgicos.
Depois da crise, o acompanhamento também pode incluir medidas para reduzir o risco de novos episódios, como ajustes na hidratação, alimentação e investigação metabólica.
Sangue na urina precisa ser investigado?
Sim. A presença de sangue na urina não deve ser considerada normal, mesmo quando ocorre apenas uma vez ou não provoca dor.
O sangramento pode estar relacionado a:
- Infecção urinária;
- Cálculos;
- Inflamações;
- Alterações da próstata;
- Uso de determinados medicamentos;
- Doenças dos rins;
- Alterações na bexiga ou nas vias urinárias.
A cor também pode ser confundida com alterações causadas por alimentos, medicamentos ou sangramento vaginal.
Por isso, é importante realizar uma avaliação, especialmente quando o sangue é visível, persiste ou aparece acompanhado de dor, dificuldade para urinar ou outros sintomas.
Vasectomia também pode fazer parte do cuidado após os 40?
Sim. Alguns casais chegam a essa fase com o planejamento familiar concluído e desejam conversar sobre um método contraceptivo definitivo.
A vasectomia é uma cirurgia realizada no homem para interromper os canais que transportam os espermatozoides.
Antes do procedimento, a consulta esclarece:
- Como a cirurgia é realizada;
- Cuidados antes e depois;
- Tempo de recuperação;
- Necessidade de manter outro método no período inicial;
- Exame de controle;
- Possibilidade e limitações de uma reversão;
- Impactos esperados na vida sexual.
A vasectomia não é uma decisão obrigatória do casal. O homem precisa compreender o caráter definitivo do método e participar livremente da decisão.
Quando o casal deseja conversar sobre planejamento familiar, a consulta pode facilitar o entendimento do procedimento, mas a indicação e a autorização permanecem individuais.

E a cirurgia de fimose no adulto?
A dificuldade para retrair o prepúcio e expor a glande pode persistir ou surgir na vida adulta.
Essa alteração pode provocar:
- Dor;
- Fissuras;
- Dificuldade de higiene;
- Inflamações recorrentes;
- Desconforto durante as relações;
- Dificuldade para expor a glande;
- Infecções locais.
A postectomia é a cirurgia utilizada em alguns casos de fimose em adultos.
Nem todo desconforto no prepúcio precisa de cirurgia. A indicação depende da avaliação, do grau de estreitamento, dos sintomas e da presença de complicações.
Quais tratamentos podem ser indicados para a mulher?
O tratamento depende do diagnóstico e pode envolver uma ou mais estratégias.
Entre as possibilidades estão:
- Orientações sobre hidratação e hábitos urinários;
- Ajustes na ingestão de bebidas que irritam a bexiga;
- Treinamento da bexiga;
- Fisioterapia do assoalho pélvico;
- Tratamentos clínicos para urgência e incontinência;
- Cuidados voltados à síndrome geniturinária da menopausa;
- Estratégias para prevenir infecções recorrentes;
- Tratamento de cálculos;
- Procedimentos para incontinência em casos selecionados;
- Acompanhamento com outras especialidades.
A indicação é individual. O que funciona para uma paciente pode não ser necessário ou adequado para outra.
Quais tratamentos podem ser indicados para o homem?
O plano de cuidado masculino também depende da origem dos sintomas.
As possibilidades incluem:
- Acompanhamento periódico;
- Mudanças de hábitos;
- Tratamento clínico para sintomas urinários;
- Tratamento da hiperplasia prostática benigna;
- Procedimentos para desobstrução urinária;
- Cirurgias da próstata em situações selecionadas;
- Tratamento de cálculos;
- Tratamento de infecções;
- Vasectomia;
- Postectomia;
- Investigação de alterações da bexiga, uretra ou rins.
Nem todo sintoma urinário masculino é causado pela próstata. Por isso, a investigação precisa avaliar o sistema urinário como um todo.

Existe um check-up urológico padrão para o casal?
Não existe um pacote único de exames indicado para todos os casais após os 40 ou 45 anos.
Os exames são selecionados conforme:
- Sintomas;
- Histórico de saúde;
- Histórico familiar;
- Cirurgias anteriores;
- Uso de medicamentos;
- Resultados de exames prévios;
- Presença de cálculos ou infecções;
- Fase do climatério ou da menopausa;
- Alterações do jato urinário;
- Fatores individuais de risco.
Dependendo da situação, podem ser solicitados exames de sangue, urina ou imagem. Também podem ser necessários testes para avaliar o fluxo urinário, o esvaziamento da bexiga ou o funcionamento do assoalho pélvico.
A consulta não deve ser vista como uma busca indiscriminada por exames, mas como uma oportunidade de entender o que realmente precisa ser investigado.
Quando procurar uma urologista mesmo sem esperar uma consulta de rotina?
Alguns sinais precisam de avaliação mais rápida:
- Sangue visível na urina;
- Incapacidade de urinar;
- Dor intensa na região dos rins;
- Febre associada a sintomas urinários;
- Calafrios;
- Vômitos persistentes;
- Dor forte na parte inferior do abdômen;
- Queda importante do estado geral;
- Infecção urinária acompanhada de dor lombar;
- Piora rápida dos sintomas;
- Dor intensa nos testículos;
- Sangramento urinário com coágulos.
Essas situações podem indicar infecção nos rins, obstrução, retenção urinária ou outras condições que precisam de atendimento sem demora.
Como é a consulta do casal com a Dra. Laís Lopes?
Os horários podem ser organizados de forma próxima ou no mesmo dia.
Cada consulta começa com uma conversa individual sobre sintomas, histórico, exames anteriores, medicamentos utilizados e impacto das queixas na rotina.
Na consulta da mulher, podem ser abordados:
- Climatério e menopausa;
- Perda de urina;
- Urgência;
- Infecções recorrentes;
- Ressecamento;
- Dor nas relações;
- Cálculos urinários;
- Funcionamento da bexiga.
Na consulta do homem, podem ser avaliados:
- Sintomas urinários;
- Saúde da próstata;
- Hiperplasia prostática benigna;
- Necessidade individual de investigação;
- Cálculos;
- Infecções;
- Vasectomia;
- Fimose em adultos.
Após a avaliação, cada paciente recebe seu próprio plano de cuidado, com orientações, exames e tratamentos selecionados conforme sua necessidade.

Um atendimento acolhedor para mulheres e homens
A Dra. Laís Lopes é médica com formação em Cirurgia Geral e Urologia.
É formada pela Universidade Estácio de Sá, realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, e formação em Urologia no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Também possui experiência em trauma, emergência e cirurgia, além de atuar como médica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
Essa trajetória contribui para uma visão ampla das condições urológicas agudas e crônicas.
No consultório, o objetivo é ouvir cada paciente com atenção, explicar os resultados de forma clara e construir um plano de cuidado seguro e individualizado.
Cuidar da saúde também é cuidar de quem está ao nosso lado
Sempre gostei de ajudar, cuidar das pessoas e estar disponível nos momentos em que elas mais precisam.
Na Medicina, encontrei uma forma concreta de exercer esse propósito, unindo estudo, dedicação e a possibilidade real de contribuir para a saúde e a qualidade de vida dos meus pacientes.
Acredito que saúde não é apenas ausência de doença. Ela também envolve bem-estar físico e emocional, liberdade para realizar atividades e segurança para viver cada fase da vida.
Muitas mudanças acontecem após os 45 anos.
Enquanto a mulher passa pelo climatério e pela menopausa, o homem inicia uma fase em que a atenção aos sintomas urinários e o acompanhamento da próstata se tornam cada vez mais importantes.
Com frequência, o casal agenda as consultas no mesmo dia, tornando o cuidado mais prático e fortalecendo um compromisso conjunto com a saúde.
Meu objetivo é oferecer um atendimento acolhedor, baseado em evidências científicas e centrado nas necessidades de cada pessoa, acompanhando mulheres e homens nessa etapa tão importante da vida.
Porque envelhecer com qualidade é um projeto que pode — e merece — ser vivido a dois.

Saúde urológica do casal em Nova Iguaçu
A Dra. Laís Lopes realiza atendimento urológico para mulheres e homens no Centro de Nova Iguaçu.
O casal pode solicitar o agendamento das consultas no mesmo dia, conforme a disponibilidade da agenda. Cada atendimento é individual e preserva o sigilo médico.
Endereço:
Rua Getúlio Vargas, 87, sala 811
Centro – Nova Iguaçu – RJ
CEP 26255-060
São avaliadas queixas relacionadas à menopausa, incontinência, infecções urinárias, próstata, alterações do jato urinário, cálculos, vasectomia e postectomia.
Saúde urológica do casal na Barra da Tijuca
Também são realizados atendimentos presenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Endereço:
Avenida Olegário Maciel, 460, sala 202
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
CEP 22621-200
A organização das consultas no mesmo dia facilita a rotina do casal sem deixar de oferecer uma avaliação individualizada para cada paciente.
Agende o acompanhamento urológico do casal
Não é necessário esperar que os sintomas se tornem intensos para procurar uma avaliação.
Perda de urina, infecções recorrentes, dor nas relações, jato urinário fraco e noites interrompidas podem afetar gradualmente a qualidade de vida.
Cuidar da saúde juntos pode facilitar a rotina, fortalecer o incentivo e ajudar cada pessoa a atravessar essa fase com mais segurança.
A Dra. Laís Lopes oferece o Cuidado Urológico do Casal 45+, com atendimentos em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca.
Organize as consultas do casal no mesmo dia e cuide da saúde urológica após os 40 anos.

Perguntas frequentes sobre a saúde urológica do casal
O casal pode fazer consulta com a urologista no mesmo dia?
Sim. De acordo com a disponibilidade da agenda, as consultas da mulher e do homem podem ser marcadas no mesmo dia. Os atendimentos são individuais e preservam o sigilo de cada paciente.
A mulher também deve consultar uma urologista?
Sim. A urologista cuida do sistema urinário feminino e pode avaliar perda de urina, urgência, infecções recorrentes, cálculos e sintomas urinários relacionados ao climatério e à menopausa.
Todo homem deve começar a fazer exames da próstata aos 40 anos?
Não existe um pacote de exames igual para todos. A necessidade de avaliação depende dos sintomas, da idade, do histórico familiar, das condições de saúde e dos fatores individuais, porém é recomendado o acompanhamento urológico de rotina , uma vez ao ano, mesmo sem sintomas.
Quais sintomas urinários são comuns na menopausa?
Podem ocorrer urgência, aumento da frequência, ardência, perda de urina e infecções recorrentes. Ressecamento e dor nas relações também podem fazer parte da síndrome geniturinária da menopausa.
Jato urinário fraco sempre significa próstata aumentada?
Não. A próstata aumentada é uma causa possível, mas alterações da bexiga, uretra, medicamentos e outras condições também podem enfraquecer o jato.
Levantar à noite para urinar é normal depois dos 40?
Acordar ocasionalmente pode acontecer, mas levantar repetidamente e ter o sono prejudicado merece avaliação. O sintoma pode estar relacionado à próstata, à bexiga, à produção de urina, ao sono ou a outras condições.
Perder urina faz parte da idade?
Não. A incontinência se torna mais frequente com o passar dos anos, mas não deve ser aceita como inevitável. Existem diferentes possibilidades de tratamento.
Mulheres e homens podem ter pedra nos rins?
Sim. Os cálculos urinários podem afetar ambos e causar dor intensa, sangue na urina, náuseas, ardência e obstrução.
O acompanhamento do casal substitui outras consultas médicas?
Não. O cuidado urológico pode complementar o acompanhamento realizado por ginecologista, clínico, cardiologista, endocrinologista e outros profissionais.
É possível realizar a consulta on-line?
A consulta on-line pode ser adequada para determinadas avaliações iniciais, orientações e acompanhamentos. A médica indicará quando o exame presencial ou algum procedimento for necessário.
Onde a Dra. Laís Lopes atende?
A Dra. Laís Lopes realiza atendimentos presenciais em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Como agendar as consultas do casal?
O casal pode entrar em contato com a equipe e solicitar dois horários próximos ou no mesmo dia. A confirmação dependerá da disponibilidade da agenda de cada unidade.
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