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Dra. Laís Lopes – Urologista no Rio de Janeiro com cuidado humano e foco em qualidade de vida

Urologista em Nova Iguaçu: atendimentos a mulheres e homens

infecção urinária

A infecção urinária de repetição acontece quando a paciente apresenta episódios frequentes de infecção na bexiga, geralmente acompanhados de ardência, vontade urgente de urinar e aumento das idas ao banheiro.

Além do desconforto físico, as crises podem afetar o sono, a rotina profissional, as viagens, a prática de exercícios e a vida sexual.

Quando as infecções continuam voltando, apenas tratar cada novo episódio pode não ser suficiente. É importante confirmar se as crises são realmente causadas por bactérias, identificar possíveis fatores relacionados e construir uma estratégia individualizada de prevenção.

A Dra. Laís Lopes realiza a avaliação de mulheres e homens com infecções urinárias recorrentes em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O que é infecção urinária de repetição?

A infecção urinária de repetição, também chamada de infecção urinária recorrente ou cistite recorrente, é caracterizada por:

  • Duas ou mais infecções urinárias em seis meses; ou
  • Três ou mais infecções urinárias em um ano.

Esses episódios precisam representar infecções sintomáticas, preferencialmente confirmadas por exame de urina e urocultura.

A recorrência pode prejudicar a qualidade de vida, a autoestima, os relacionamentos, a sexualidade e a capacidade de trabalhar.

Em algumas pacientes, as crises são causadas repetidamente pela mesma bactéria. Em outras, cada episódio pode ser provocado por microrganismos diferentes.

A investigação ajuda a entender se existe uma infecção verdadeira, uma nova infecção ou outra condição provocando sintomas semelhantes.

Quais são os sintomas de infecção urinária?

A infecção limitada à bexiga é conhecida como cistite.

Os sintomas mais comuns são:

  • Ardência ou dor ao urinar;
  • Vontade urgente de ir ao banheiro;
  • Necessidade de urinar várias vezes;
  • Eliminação de pequenas quantidades de urina;
  • Sensação de que a bexiga não esvaziou completamente;
  • Pressão ou desconforto na parte inferior do abdômen;
  • Urina turva;
  • Presença de sangue na urina;
  • Alteração no odor da urina.

A infecção da bexiga geralmente não causa febre alta, calafrios ou dor intensa na região dos rins. Quando esses sinais aparecem, é necessário considerar uma infecção mais alta ou sistêmica.

O odor forte da urina pode acompanhar a infecção, mas não é suficiente para confirmar o diagnóstico. Alimentação, hidratação, vitaminas e outros fatores também podem mudar a aparência e o cheiro da urina.

Quando a infecção urinária precisa de atendimento rápido?

A paciente deve procurar atendimento médico rapidamente quando os sintomas urinários estiverem acompanhados de:

  • Febre;
  • Calafrios;
  • Dor nas costas ou na lateral do abdômen;
  • Náuseas ou vômitos;
  • Fraqueza ou mal-estar importante;
  • Confusão mental;
  • Queda do estado geral;
  • Incapacidade de urinar;
  • Sangramento urinário intenso.

Esses sintomas podem indicar que a infecção atingiu os rins ou está provocando uma resposta sistêmica.

A pielonefrite, nome dado à infecção renal, pode causar febre acima de 38 °C, calafrios, dor lombar, náuseas e vômitos. Quando existe obstrução urinária associada, o quadro pode evoluir rapidamente e exige avaliação imediata.

Gestantes, idosos fragilizados e pacientes com doenças que comprometem a imunidade também precisam de uma avaliação cuidadosa diante de sintomas urinários.

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Por que a infecção urinária volta?

A infecção urinária pode voltar por diferentes motivos. Nem sempre existe uma única causa.

Entre os fatores que podem contribuir para novos episódios estão:

  • Histórico anterior de infecção urinária;
  • Baixa ingestão de líquidos;
  • Dificuldade para esvaziar completamente a bexiga;
  • Relação temporal entre as crises e a atividade sexual;
  • Uso de espermicidas;
  • Mudanças da flora vaginal;
  • Climatério e menopausa;
  • Incontinência urinária;
  • Prolapso da bexiga;
  • Cálculos urinários;
  • Obstruções no sistema urinário;
  • Uso de sondas;
  • Diabetes e outras condições clínicas;
  • Alterações anatômicas ou funcionais das vias urinárias.

Em mulheres jovens, a atividade sexual, o uso de espermicidas, um novo parceiro e o histórico de cistite na infância podem estar associados à recorrência.

Após a menopausa, passam a ter maior importância a redução hormonal, as mudanças da flora vaginal, a incontinência, o prolapso e a presença de urina residual dentro da bexiga.

Infecção urinária de repetição é causada por falta de higiene?

Não necessariamente.

A maioria das infecções urinárias acontece quando bactérias, frequentemente provenientes da própria região intestinal, alcançam a uretra e chegam à bexiga.

As mulheres apresentam maior predisposição porque a uretra feminina é mais curta e está localizada próxima à vagina e ao ânus.

Ter infecções de repetição não significa que a mulher seja descuidada ou tenha higiene inadequada.

Na verdade, o excesso de produtos perfumados, duchas vaginais, sabonetes agressivos e lavagens frequentes pode irritar a região íntima e alterar seu equilíbrio natural.

A higiene deve ser suave, sem tentativas de limpar internamente a vagina.

Infecção urinária é uma infecção sexualmente transmissível?

A infecção urinária comum não é considerada uma infecção sexualmente transmissível.

No entanto, a atividade sexual pode facilitar a entrada de bactérias na uretra e funcionar como um fator desencadeante em algumas mulheres.

Isso não significa que o parceiro transmitiu a infecção ou que exista falta de higiene entre o casal.

Quando ardência, dor ou corrimento aparecem após uma relação, também é importante considerar outras possibilidades, como:

  • Irritação local;
  • Ressecamento vaginal;
  • Infecções vaginais;
  • Inflamações da uretra;
  • Infecções sexualmente transmissíveis;
  • Síndrome geniturinária da menopausa;
  • Condições dolorosas da bexiga.

A avaliação médica ajuda a diferenciar essas situações e evita o uso de antibióticos para sintomas que não são causados por uma infecção urinária bacteriana.

Relação sexual pode provocar infecção urinária?

A atividade sexual pode estar relacionada ao início das crises em algumas pacientes, especialmente quando os sintomas surgem repetidamente nas horas ou nos dias seguintes à relação.

Entretanto, isso não acontece com todas as mulheres. Também não significa que seja necessário evitar a vida sexual.

Na consulta, a urologista procura entender:

  • Se as crises têm relação temporal com as relações sexuais;
  • Se existe ressecamento vaginal;
  • Se ocorre dor durante a penetração;
  • Se são utilizados espermicidas;
  • Se há sintomas relacionados à menopausa;
  • Se os episódios foram confirmados por urocultura.

Quando a relação entre atividade sexual e infecção é consistente, podem ser discutidas estratégias específicas de prevenção.

Qual é a relação entre menopausa e infecção urinária?

Durante o climatério e a menopausa, a redução dos níveis hormonais pode modificar os tecidos da vagina e da uretra.

Essas mudanças podem provocar:

  • Ressecamento vaginal;
  • Ardência íntima;
  • Dor durante as relações;
  • Sensação de irritação;
  • Urgência urinária;
  • Aumento da frequência urinária;
  • Perda de urina;
  • Maior predisposição a infecções recorrentes.

A redução hormonal também altera a flora vaginal e diminui os mecanismos naturais de proteção contra determinadas bactérias.

A deficiência hormonal local e as alterações vaginais estão entre os fatores associados à cistite recorrente após a menopausa.

Por isso, tratar apenas cada nova infecção pode não resolver todo o problema. É necessário avaliar conjuntamente a saúde vaginal, urinária e sexual.

O que é síndrome geniturinária da menopausa?

A síndrome geniturinária da menopausa é o conjunto de mudanças que afetam a vulva, a vagina, a uretra e a bexiga após a redução hormonal.

Ela pode causar sintomas muito parecidos com uma infecção urinária, como ardência, urgência e desconforto ao urinar.

Em algumas mulheres, a síndrome também aumenta a vulnerabilidade a infecções urinárias verdadeiras.

A avaliação ajuda a identificar se os sintomas são provocados por:

  • Infecção bacteriana;
  • Ressecamento e fragilidade dos tecidos;
  • Alterações da bexiga;
  • Incontinência urinária;
  • Problemas do assoalho pélvico;
  • Mais de uma condição ao mesmo tempo.

Quando indicada após uma avaliação individual, a terapia hormonal vaginal pode fazer parte da prevenção da cistite recorrente em mulheres após a menopausa.

Essa possibilidade deve ser discutida considerando o histórico, os sintomas e as condições clínicas da paciente.

Toda ardência ao urinar é infecção urinária?

Não. Ardência, urgência e aumento da frequência urinária também podem aparecer em outras condições.

Entre as possibilidades estão:

  • Ressecamento vaginal;
  • Síndrome geniturinária da menopausa;
  • Irritação por produtos íntimos;
  • Infecções vaginais;
  • Infecções sexualmente transmissíveis;
  • Inflamações da uretra;
  • Cálculos urinários;
  • Bexiga hiperativa;
  • Condições dolorosas da bexiga;
  • Alterações do assoalho pélvico.

Se os sintomas continuam voltando, mas as uroculturas são repetidamente negativas, é importante reconsiderar o diagnóstico.

Usar antibiótico sempre que surge uma ardência pode mascarar o problema, provocar efeitos adversos e dificultar o tratamento de futuras infecções.

Como é feito o diagnóstico da infecção urinária de repetição?

A investigação começa com uma conversa detalhada sobre os episódios.

A urologista pode perguntar:

  • Quantas crises ocorreram;
  • Quais sintomas estavam presentes;
  • Se houve febre ou dor nas costas;
  • Se foram realizados exames;
  • Quais bactérias apareceram nas culturas;
  • Quais tratamentos foram utilizados;
  • Se os sintomas melhoraram completamente;
  • Quanto tempo demoraram para voltar;
  • Se existe relação com a atividade sexual;
  • Se a paciente está no climatério ou na menopausa;
  • Se há perda de urina ou dificuldade para esvaziar a bexiga;
  • Se existe histórico de cálculos renais.

Também podem ser avaliados exames anteriores, tratamentos já realizados e possíveis padrões de resistência bacteriana.

A urocultura é necessária?

A urocultura é especialmente importante na infecção urinária de repetição.

O exame identifica se existe crescimento bacteriano e mostra quais tratamentos apresentam maior possibilidade de funcionar contra o microrganismo encontrado.

É recomendado confirmar o diagnóstico da cistite recorrente por meio da cultura de urina. Isso ajuda a evitar que outros problemas sejam tratados repetidamente como infecção.

Quando as condições clínicas permitirem, o ideal é coletar a urina antes de iniciar o antibiótico.

Em situações mais intensas, o tratamento pode precisar começar antes do resultado, conforme a decisão médica.

A forma de coleta também é importante para reduzir o risco de contaminação da amostra.

É preciso fazer exame de urina depois do tratamento?

Nem sempre.

Quando os sintomas desaparecem completamente, exames de controle não costumam ser necessários de rotina em pacientes sem situações especiais.

A cultura deve ser considerada quando:

  • Os sintomas não melhoram;
  • A piora acontece durante o tratamento;
  • Os sintomas retornam pouco tempo depois;
  • Há suspeita de resistência;
  • Existe gravidez;
  • A médica identifica fatores que exigem acompanhamento específico.

Em pacientes que estão sem sintomas, geralmente não é necessário realizar exames de urina de rotina após o tratamento.

Bactéria na urina sem sintomas precisa de tratamento?

Na maioria das mulheres não gestantes, encontrar bactérias na urina sem sintomas não significa que exista uma infecção que precise ser tratada.

Essa situação é chamada de bacteriúria assintomática.

Tratar bactérias na urina sem uma indicação clara pode aumentar o uso desnecessário de antibióticos e favorecer a resistência bacteriana.

Em mulheres com infecções urinárias recorrentes, o tratamento da bacteriúria assintomática pode até aumentar o risco de um novo episódio sintomático.

Existem exceções, especialmente:

  • Durante a gravidez;
  • Antes de determinados procedimentos urológicos.

Por isso, o resultado do exame deve ser interpretado junto com os sintomas e o contexto clínico.

Não é recomendado tomar antibióticos apenas porque apareceram bactérias em um exame solicitado sem uma indicação definida.

Toda paciente precisa fazer ultrassom?

Não. Exames de imagem não são obrigatórios para todas as mulheres com infecção urinária de repetição.

Em pacientes mais jovens, com episódios típicos, culturas compatíveis e sem fatores de risco, uma investigação extensa costuma apresentar baixo rendimento.

O ultrassom ou outros exames podem ser indicados quando existe suspeita de:

  • Cálculo renal;
  • Obstrução urinária;
  • Esvaziamento incompleto da bexiga;
  • Alteração anatômica;
  • Sangue persistente na urina;
  • Infecções renais recorrentes;
  • Função renal alterada;
  • Bactéria incomum ou repetidamente associada a cálculos;
  • Quadro que não responde ao tratamento;
  • Sintomas atípicos.

A investigação por imagem deve ser individualizada, evitando tanto exames desnecessários quanto atrasos diante de sinais de alerta.

Quando a cistoscopia pode ser necessária?

A cistoscopia é um exame que permite visualizar o interior da uretra e da bexiga.

Ela não precisa ser realizada de rotina em todas as mulheres com cistite recorrente.

O exame pode ser considerado em situações específicas, como:

  • Sangramento urinário que precisa ser investigado;
  • Suspeita de alteração dentro da bexiga;
  • Infecções com características incomuns;
  • Cirurgias urinárias anteriores;
  • Suspeita de corpo estranho;
  • Persistência dos sintomas sem explicação;
  • Alterações encontradas em outros exames.

A decisão depende do histórico e dos resultados da avaliação inicial.

Uma investigação extensa de rotina não costuma ser recomendada quando os episódios são típicos e não existem fatores de risco.

Cálculo renal pode causar infecção urinária de repetição?

Sim. Cálculos nos rins ou nas vias urinárias podem favorecer a permanência de bactérias e contribuir para infecções recorrentes.

Essa possibilidade merece atenção quando a paciente apresenta:

  • Histórico de pedras nos rins;
  • Dor lombar ou cólica renal;
  • Sangue na urina;
  • Infecções renais;
  • Bactéria associada à formação de cálculos;
  • Infecções que retornam após o tratamento;
  • Obstrução urinária.

Nessas situações, tratar apenas a infecção pode não ser suficiente. O cálculo e a presença de obstrução também precisam ser avaliados.

Em casos de infecção renal, a investigação por imagem é especialmente importante quando existe histórico de litíase, alteração da função renal ou suspeita de obstrução.

Incontinência urinária pode aumentar o risco de infecção?

A incontinência urinária pode estar associada às infecções de repetição, principalmente após a menopausa.

Além dos escapes, algumas mulheres apresentam dificuldade para esvaziar completamente a bexiga, prolapsos ou alterações do funcionamento urinário.

Quando uma quantidade significativa de urina permanece dentro da bexiga, as bactérias podem encontrar condições favoráveis para se multiplicarem.

Por isso, a consulta não deve se limitar à infecção. Também é importante conversar sobre:

  • Perda de urina;
  • Urgência;
  • Uso de absorventes;
  • Sensação de esvaziamento incompleto;
  • Jato urinário fraco;
  • Prolapso vaginal;
  • Cirurgias pélvicas anteriores.

Incontinência, prolapso, deficiência hormonal e aumento do resíduo urinário estão entre os fatores associados à cistite recorrente em mulheres após a menopausa.

Como é feito o tratamento de uma nova crise?

O tratamento depende dos sintomas, da gravidade do quadro, dos resultados dos exames, das bactérias encontradas anteriormente e do histórico de resistência.

Quando a infecção bacteriana é confirmada ou considerada muito provável, a médica pode indicar um antibiótico adequado.

O tratamento não deve ser escolhido apenas porque determinado antibiótico funcionou em uma crise anterior. A bactéria pode ser diferente ou ter desenvolvido resistência.

Além disso, ardência e urgência nem sempre significam uma nova infecção.

Em infecções de repetição, a urocultura ajuda a escolher uma abordagem mais direcionada e a reduzir o uso inadequado de antibióticos.

Por que não é recomendado tomar antibiótico por conta própria?

Usar sobras de medicamentos ou repetir receitas antigas pode:

  • Tratar uma condição que não é infecção;
  • Utilizar um antibiótico inadequado para a bactéria;
  • Melhorar temporariamente os sintomas sem resolver o problema;
  • Alterar o resultado da urocultura;
  • Provocar efeitos adversos;
  • Favorecer bactérias resistentes;
  • Dificultar os próximos tratamentos.

Todo uso de antibiótico pode provocar efeitos colaterais e contribuir para a resistência bacteriana.

A escolha precisa considerar o resultado da cultura, as condições clínicas e os padrões locais de sensibilidade.

O objetivo não é apenas melhorar a crise atual, mas também preservar opções eficazes para futuras necessidades.

Como prevenir a infecção urinária de repetição?

A prevenção é individualizada e pode combinar diferentes estratégias.

O primeiro passo é confirmar o diagnóstico e identificar fatores que podem ser corrigidos.

Dependendo do caso, o plano pode envolver:

  • Melhor distribuição da ingestão de água;
  • Evitar passar longos períodos sem urinar;
  • Não adiar repetidamente a micção após sentir vontade;
  • Avaliar o esvaziamento da bexiga;
  • Evitar duchas e produtos irritantes;
  • Rever o uso de espermicidas;
  • Tratar o ressecamento e as alterações da menopausa;
  • Controlar cálculos e obstruções;
  • Tratar alterações funcionais ou anatômicas;
  • Desenvolver uma estratégia para crises relacionadas à atividade sexual;
  • Manter acompanhamento periódico com urologista.

As medidas devem ser escolhidas conforme o padrão das infecções. Uma orientação que ajuda uma paciente pode não ser suficiente ou necessária para outra.

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Beber mais água ajuda?

A hidratação adequada pode ajudar, principalmente em mulheres que consomem pouca água.

Entretanto, não existe uma quantidade única adequada para todas as pessoas.

Pacientes com problemas cardíacos, renais ou outras condições que exigem controle de líquidos devem seguir uma orientação individualizada.

O objetivo não é forçar uma ingestão excessiva, mas manter uma hidratação compatível com as necessidades e condições de saúde.

É preciso urinar depois da relação sexual?

Urinar após a relação é uma orientação simples e pode ser adotada, principalmente por mulheres que percebem uma ligação entre a atividade sexual e o início das crises.

No entanto, essa medida não oferece proteção garantida e não substitui uma investigação médica.

A prevenção precisa considerar outros fatores, como:

  • Hidratação;
  • Uso de espermicidas;
  • Ressecamento;
  • Menopausa;
  • Frequência das relações;
  • Resultados das uroculturas;
  • Alterações do sistema urinário.

Hábitos de baixo risco podem ser discutidos antes da indicação de estratégias preventivas de longo prazo.

Produtos naturais evitam infecção urinária?

Alguns produtos naturais e suplementos são divulgados para prevenir infecções urinárias. Entretanto, os resultados dos estudos são variáveis.

Determinados produtos à base de frutas vermelhas podem ser considerados em alguns pacientes, mas ainda existem dúvidas sobre apresentação, dose e duração ideais.

Outros suplementos populares também apresentam resultados inconsistentes.

Esses produtos não devem substituir a investigação, a urocultura ou o tratamento de uma infecção ativa.

Também podem conter açúcar, interagir com medicamentos ou não ser adequados para determinadas condições clínicas.

Existe tratamento preventivo com antibiótico?

Em situações selecionadas, pode ser considerado um tratamento preventivo com antibiótico.

Essa estratégia geralmente é avaliada quando:

  • As infecções foram devidamente confirmadas;
  • As crises continuam frequentes;
  • Os fatores de risco foram corrigidos quando possível;
  • As medidas não antibióticas não foram suficientes;
  • Os episódios causam impacto importante na qualidade de vida.

A prevenção pode seguir diferentes formas, inclusive ser relacionada à atividade sexual quando existe uma associação clara.

A decisão precisa considerar os benefícios, os possíveis efeitos adversos e o risco de resistência bacteriana.

A paciente não deve iniciar ou prolongar esse tipo de tratamento sem acompanhamento médico.

É possível ter um plano para tratar as crises precocemente?

Em casos cuidadosamente selecionados, a médica pode construir com a paciente um plano para reconhecer os sintomas, coletar exames e iniciar o tratamento de maneira mais rápida.

Essa estratégia não significa automedicação.

Ela exige:

  • Diagnóstico previamente confirmado;
  • Boa compreensão dos sintomas;
  • Histórico conhecido de culturas;
  • Orientações claras;
  • Acompanhamento médico;
  • Definição de quando procurar atendimento presencial.

Mulheres com febre, dor lombar, vômitos, gravidez ou piora do estado geral não devem depender apenas de um plano de tratamento domiciliar.

A terapia iniciada pela própria paciente pode ser considerada em casos selecionados e com boa adesão, desde que exista orientação médica prévia.

Homens também podem ter infecção urinária de repetição?

Sim, mas as infecções urinárias localizadas são menos frequentes em homens.

Quando os episódios se repetem, é importante avaliar condições que podem favorecer a permanência de bactérias, como:

  • Alterações da próstata;
  • Dificuldade para esvaziar a bexiga;
  • Estreitamentos da uretra;
  • Cálculos urinários;
  • Uso de sonda;
  • Alterações anatômicas;
  • Possível envolvimento prostático.

A próstata aumentada é um dos problemas estruturais que podem elevar o risco de infecção urinária.

Além disso, os sintomas urinários em homens podem exigir uma avaliação da próstata antes da definição do tratamento.

Por isso, homens com infecções recorrentes devem procurar uma avaliação urológica individualizada.

Como é a consulta com a Dra. Laís Lopes?

A consulta começa com uma análise detalhada dos sintomas e dos episódios anteriores.

Sempre que possível, é importante levar:

  • Uroculturas já realizadas;
  • Exames de urina;
  • Ultrassons e outros exames de imagem;
  • Relação dos tratamentos utilizados;
  • Informações sobre alergias;
  • Lista de medicamentos;
  • Datas aproximadas das crises.

A Dra. Laís Lopes também avalia fatores relacionados à menopausa, à vida sexual, à perda de urina, ao esvaziamento da bexiga e ao histórico de cálculos.

O objetivo não é apenas receitar um tratamento para a crise atual, mas entender por que as infecções estão voltando e definir medidas para reduzir novas ocorrências.

Atendimento acolhedor para a saúde urinária da mulher

A infecção urinária recorrente pode provocar ansiedade e insegurança.

Algumas mulheres deixam de viajar, evitam relações sexuais ou passam a carregar antibióticos por medo de uma nova crise.

Outras recebem diversos tratamentos sem que os episódios tenham sido confirmados por exames.

A Dra. Laís Lopes oferece uma abordagem acolhedora, com explicações claras e sem julgamentos.

Sua formação em Cirurgia Geral e Urologia, somada à experiência em pronto atendimento, trauma e emergência, contribui para uma avaliação ampla de situações urinárias agudas e crônicas.

Tratamento para infecção urinária de repetição em Nova Iguaçu

A Dra. Laís Lopes realiza atendimento para mulheres e homens com infecções urinárias recorrentes no Centro de Nova Iguaçu.

Endereço:
Rua Getúlio Vargas, 87, sala 811
Centro – Nova Iguaçu – RJ
CEP 26255-060

Na consulta, são avaliados os sintomas, os resultados das uroculturas, os tratamentos anteriores e os possíveis fatores relacionados às novas crises.

Urologista para infecção urinária na Barra da Tijuca

Também são realizados atendimentos presenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Endereço:
Avenida Olegário Maciel, 460, sala 202
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
CEP 22621-200

A avaliação pode incluir a saúde urinária e íntima da mulher, especialmente durante o climatério e a menopausa.

Agende uma avaliação para infecção urinária recorrente

Ter infecções urinárias frequentes não precisa ser tratado como algo normal ou inevitável.

Quando as crises continuam voltando, é importante confirmar o diagnóstico, investigar fatores associados e planejar formas seguras de prevenção.

A Dra. Laís Lopes atende pacientes com infecção urinária de repetição em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, oferecendo um cuidado individualizado e baseado nas necessidades de cada pessoa.

Agende sua consulta e investigue as causas das infecções recorrentes.

Perguntas frequentes sobre infecção urinária de repetição

Quando a infecção urinária é considerada de repetição?

Quando ocorrem pelo menos duas infecções em seis meses ou três episódios em um ano. Sempre que possível, as crises devem ser confirmadas por urocultura.

Qual médico trata infecção urinária de repetição?

O urologista avalia as infecções urinárias recorrentes e investiga possíveis alterações dos rins, da bexiga, da uretra e do funcionamento urinário.

Mulher pode consultar uma urologista para infecção urinária?

Sim. A urologista cuida do sistema urinário feminino e pode avaliar infecções recorrentes, incontinência, alterações da bexiga, cálculos e sintomas relacionados à menopausa.

Infecção urinária recorrente tem cura?

Muitas pacientes conseguem reduzir significativamente ou interromper as crises após a identificação dos fatores relacionados e a definição de uma estratégia preventiva. O resultado depende das causas e das condições de cada pessoa.

Menopausa pode causar infecção urinária?

A menopausa não causa diretamente todas as infecções, mas as mudanças hormonais podem alterar os tecidos e a flora vaginal, aumentando a predisposição às crises em algumas mulheres.

A infecção urinária pode passar para o parceiro?

A infecção urinária comum não é uma infecção sexualmente transmissível. A atividade sexual pode facilitar a entrada de bactérias na uretra, mas isso não significa transmissão pelo parceiro.

Toda ardência precisa de antibiótico?

Não. A ardência também pode ser causada por ressecamento, irritação, alterações vaginais, cálculos e outras condições. O diagnóstico deve considerar os sintomas e os exames.

Posso repetir o antibiótico usado na última infecção?

Não é recomendado. A bactéria pode ser diferente ou resistente, e os sintomas podem ter outra causa. O tratamento deve ser definido após avaliação médica.

Preciso fazer urocultura em todas as crises?

Na infecção de repetição, a urocultura é muito importante para confirmar os episódios e orientar o tratamento. A necessidade e o momento da coleta devem ser definidos conforme a situação clínica.

Bactéria na urina sem sintomas é infecção?

Nem sempre. Essa situação pode representar bacteriúria assintomática, que geralmente não deve ser tratada em mulheres não gestantes e sem uma indicação específica.

Infecção urinária pode atingir os rins?

Sim. Febre, calafrios, dor nas costas, náuseas e vômitos podem indicar infecção renal e exigem uma avaliação rápida.

A Dra. Laís Lopes atende infecção urinária na menopausa?

Sim. A Dra. Laís Lopes realiza a avaliação de infecções recorrentes e de alterações urinárias e geniturinárias relacionadas ao climatério e à menopausa.

Onde a Dra. Laís Lopes atende?

A Dra. Laís Lopes realiza atendimentos presenciais em Nova Iguaçu e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

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